Ontem resolvi mandar um email para uma pessoa que já foi muito especial.
Talvez ainda seja, mas aconteceram muitas coisas que contribuiram bastante para que eu a considerasse totalmente o contrário. Mas isso não vem ao caso agora... Me veio uma vontade do nada, e eu escrevi, escrevi tudo o que estava entalado aqui dentro - ou quase tudo porque eu acredito que o tudo nunca é dito. E quando terminei e enviei, vi que tinham dez emails dessa mesma pessoa, falando de saudades e dizendo que não era para mim assustar se chegassem várias, porque, era só uma forma de me chamar a atenção pois eu tinha que ler aquilo. É como se houvesse o ódio e o amor, mas o ódio sempre desaparecesse... É incrível minha capacidade de perdoar esse tipo de pessoa; e, mais incrível ainda, é como há coincidências... As palavras dela, descreviam de certa forma, o que eu sentia, o que eu pensava. E sempre, sempre foi assim. Destino? Talvez. Mas destino somente não basta, nunca bastou... e nós, nós sempre soubemos muito bem disso.
E Deus, sabe aquelas respostas que eu queria? Aquelas respostas para todas as minhas dúvidas, para todas as minhas incertezas... Quero mais não. Descobri que preciso dessas dúvidas. E que essas respostas, respostas para tudo, deixariam tudo tão vago, tão vazio e tão sem sentido de ser buscado, compreendido e sentido. Por quê? Não quero saber o porquê, obrigada.
Talvez ainda seja, mas aconteceram muitas coisas que contribuiram bastante para que eu a considerasse totalmente o contrário. Mas isso não vem ao caso agora... Me veio uma vontade do nada, e eu escrevi, escrevi tudo o que estava entalado aqui dentro - ou quase tudo porque eu acredito que o tudo nunca é dito. E quando terminei e enviei, vi que tinham dez emails dessa mesma pessoa, falando de saudades e dizendo que não era para mim assustar se chegassem várias, porque, era só uma forma de me chamar a atenção pois eu tinha que ler aquilo. É como se houvesse o ódio e o amor, mas o ódio sempre desaparecesse... É incrível minha capacidade de perdoar esse tipo de pessoa; e, mais incrível ainda, é como há coincidências... As palavras dela, descreviam de certa forma, o que eu sentia, o que eu pensava. E sempre, sempre foi assim. Destino? Talvez. Mas destino somente não basta, nunca bastou... e nós, nós sempre soubemos muito bem disso.
E Deus, sabe aquelas respostas que eu queria? Aquelas respostas para todas as minhas dúvidas, para todas as minhas incertezas... Quero mais não. Descobri que preciso dessas dúvidas. E que essas respostas, respostas para tudo, deixariam tudo tão vago, tão vazio e tão sem sentido de ser buscado, compreendido e sentido. Por quê? Não quero saber o porquê, obrigada.
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