sábado, 30 de janeiro de 2010


Noite quente, me despido
despido de corpo e de alma
E minha alma despida, traduzida,
é você.

Me diz que faço eu com esse amor que sinto por ti?
Vendo meus olhos para que o brilho deles não seja capaz de me entregar?
Prendo meu coração para que não bata tão intensamente e desequilibre todo meu corpo
quando em ti me puser a pensar?
Que faço eu se esse sentimento me cega,
me mata, mas também me faz viver?

Não importa onde esteja
nem o quão longe seja.
Deixe-me sonhar
nos sonhos posso te encontrar.

Caia sobre mim como uma estrela-cadente
trazida pelo vento de longe pra mim.
Venha e permita-me ainda pedir:
Que fiques toda uma vida, a eternidade e mais um dia
junto a mim.

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