E nada do que se pode tocar, nem nada do que se pode ver reflete eternidade. O que escorre para a eternidade é aquilo que temos e não conseguimos entender bem, aquilo que sentimos e não sabemos atribuir nome, aquilo que não podemos ver nem tocar, mas sentir em cada átomo do nosso corpo. É o subjetivo mundo próprio de cada pessoa. São os sentimentos confusos. É a liberdade, a paz, o amor, e quase mais nada.
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