Por favor, alguém me ensina como descrever a felicidade?
É incrível como quando estou chateada, angustiada, me dá uma vontade quase que ivencível de escrever, de desabafar com um pedaço de papel. Para que como se a medida que eu fosse escrevendo, fosse aliviando um pouco a dor. Como se a medida que eu fosse escrevendo, fosse desacorrentando um pouco a alma. Isso é comum, porque na maioria dos dias me sinto assim e sinto essa necessidade de escrever e arrancar um pouco do peso que a alma carrega. Mas e em dias como hoje? E em dias em que a tristeza simplesmente desaparece e dá lugar à felicidade? É como se ser feliz já me ocupasse por inteiro e não sobrasse tempo algum e muito menos me aparecesse necessidade alguma de escrever sobre isso. Como se ser feliz me esgotasse todas as forças. Um sorriso basta. Ter você, mesmo que de longe, basta. É como se desaparecessem as incertezas e os problemas se transformassem de tempestades, em pequenos chuviscos, batendo e molhando a janela do meu quarto. E eu olho através dela. Vejo o céu, vejo a pequena chuva se derramando, vejo o vento balaçando as folhas das árvores e tudo, tudo me faz lembrar você.
O dono da minha felicidade. A pessoa que anulou minha ansiedade e minha angústia. Sei que preciso delas para me sentir mais próxima de mim mesma às vezes, mas, não consigo desperdiçar esses pequenos momentos por nada. Momentos que parecem como se os pedaços de um diamante que se encontravam estilhaçados ao chão se juntam novamente, e brilham. Brilham tão intensamente que afastam qualquer tempestade que possa levar o brilho deles pela correnteza, e tornam mais próximos os pequenos chuviscos; aqueles que apenas lavam e destacam ainda mais o brilho já existente no diamante. E é então o momento em que decido sair pela minha porta e ir sentir os pequenos chuviscos que molham tudo lá fora. Gosto quando ainda perto da porta, onde a chuva não atinge, do barulho de caminhar sobre as folhas secas.
E gosto mais ainda, quando estou debaixo dos pequenos chuviscos que derramam do céu. É como se dançando sob a chuva, resgatasse um pouco o brilho do diamante que existe em mim. O diamante que por momentos penso que já perdeu o seu brilho e qualquer luz que pudesse ter. Mas então é quando você aparece e traz o aparentemente perdido. O aparentemente perdido de que tanto preciso. E talvez por isso seja tão difícil descrever certos sentimentos, certos momentos e certas pessoas. Talvez porque ocupam todo o ser e a alma de nada mais necessite. É tão bom se sentir completo, sorrir com os olhos, com a alma e com o corpo todo. Sem precisar fingir e sem se preocupar se o sorriso estampado está bom o bastante para esconder o buraco lá de dentro. Buraco de onde sai o eco de quando a alma grita, mas que nesse momento está calma, feliz e ocupada demais para poder pensar nos pedaços que às vezes se estilhaçam ao chão.
É incrível como quando estou chateada, angustiada, me dá uma vontade quase que ivencível de escrever, de desabafar com um pedaço de papel. Para que como se a medida que eu fosse escrevendo, fosse aliviando um pouco a dor. Como se a medida que eu fosse escrevendo, fosse desacorrentando um pouco a alma. Isso é comum, porque na maioria dos dias me sinto assim e sinto essa necessidade de escrever e arrancar um pouco do peso que a alma carrega. Mas e em dias como hoje? E em dias em que a tristeza simplesmente desaparece e dá lugar à felicidade? É como se ser feliz já me ocupasse por inteiro e não sobrasse tempo algum e muito menos me aparecesse necessidade alguma de escrever sobre isso. Como se ser feliz me esgotasse todas as forças. Um sorriso basta. Ter você, mesmo que de longe, basta. É como se desaparecessem as incertezas e os problemas se transformassem de tempestades, em pequenos chuviscos, batendo e molhando a janela do meu quarto. E eu olho através dela. Vejo o céu, vejo a pequena chuva se derramando, vejo o vento balaçando as folhas das árvores e tudo, tudo me faz lembrar você.
O dono da minha felicidade. A pessoa que anulou minha ansiedade e minha angústia. Sei que preciso delas para me sentir mais próxima de mim mesma às vezes, mas, não consigo desperdiçar esses pequenos momentos por nada. Momentos que parecem como se os pedaços de um diamante que se encontravam estilhaçados ao chão se juntam novamente, e brilham. Brilham tão intensamente que afastam qualquer tempestade que possa levar o brilho deles pela correnteza, e tornam mais próximos os pequenos chuviscos; aqueles que apenas lavam e destacam ainda mais o brilho já existente no diamante. E é então o momento em que decido sair pela minha porta e ir sentir os pequenos chuviscos que molham tudo lá fora. Gosto quando ainda perto da porta, onde a chuva não atinge, do barulho de caminhar sobre as folhas secas.
E gosto mais ainda, quando estou debaixo dos pequenos chuviscos que derramam do céu. É como se dançando sob a chuva, resgatasse um pouco o brilho do diamante que existe em mim. O diamante que por momentos penso que já perdeu o seu brilho e qualquer luz que pudesse ter. Mas então é quando você aparece e traz o aparentemente perdido. O aparentemente perdido de que tanto preciso. E talvez por isso seja tão difícil descrever certos sentimentos, certos momentos e certas pessoas. Talvez porque ocupam todo o ser e a alma de nada mais necessite. É tão bom se sentir completo, sorrir com os olhos, com a alma e com o corpo todo. Sem precisar fingir e sem se preocupar se o sorriso estampado está bom o bastante para esconder o buraco lá de dentro. Buraco de onde sai o eco de quando a alma grita, mas que nesse momento está calma, feliz e ocupada demais para poder pensar nos pedaços que às vezes se estilhaçam ao chão.
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